Quinta Retrô: Thomas Edison, a genialidade além da lâmpada

  • 08/04/2022 às 09:43

No meio do Oeste americano, mais precisamente em Ohio, no dia 11 de fevereiro de 1847 o filho de um marceneiro e uma professora nascia, Thomas Edison, como foi chamado, passou pouco tempo em sua cidade natal e aos sete anos se mudou para Michigan.

Muito atrevido, não passou muito tempo na escola por desagradar os professores, passando a estudar em casa com sua mãe. Aos seus 12 anos montou um laboratório na garagem de sua casa onde construía telégrafos.

Em 1861 preparou uma velha prensa e começou a produzir jornais – dos quais ele era repórter, redator e tipógrafo – divulgando notícias da guerra civil que obtinha através dos telégrafos das estações por onde o trem passava.

Os telégrafos eram um grande dom de Thomas, porém a impertinência de sua infância o fizerem ser demitido de alguns empregos pelas mais diversas situações. Sua opção foi voltar-se a seus experimentos, de onde surgiram as primeiras de suas patentes.

Sua primeira invenção foi um aparelho que registrava votos, patenteado em 1869, porém não teve apelo comercial. Foi quando se mudou para Nova Iorque e inventou um aparelho elétrico que registrava a cotação das bolsas de valores. Bem aceita, essa patente lhe rendeu 40 mil dólares.

Algumas patentes mais famosas foram:

  • Bateria de carro elétrico
  • Câmera de cinema
  • Caneta elétrica
  • Distribuição de energia elétrica
  • Embalagem a vácuo
  • Fonógrafo

A sua invenção mais reconhecida foi a Lâmpada Incandescente. Atualmente com a grande variedade, essa perdeu um pouco de sua notoriedade, porém foi um marco, principalmente por ter sido pensada em 1879. Uma lâmpada feita com algodão carbonizado dentro de um bulbo a vácuo brilhou por 45 horas seguida e representou o início da “Era da Eletricidade”. Ela substituiu lampiões, velas e tochas de madeiras.

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