Quinta Retrô: Darwing, além do evolucionismo

  • 10/02/2022 às 15:38

Qual é a origem do homem que formulou a teoria da origem das espécies? Bem, nada muito diferente da de qualquer jovem britânico. Charles Darwing nasceu em 12 de fevereiro de 1809, filho de médico e neto de poeta e médico, desde jovem se mostrou bastante observador e inteligente.

Ainda aos 16 anos – o que era mais comum de ocorrer na época – entrou na universidade para estudar medicina. No ramo, o que o encantava era a história natural, área essa que seu avô já havia feito uma extensa pesquisa, - ele mesmo colecionava pedras, conchas e flores silvestres.

Voltando-se a maior parte do tempo aos estudos da história natural, conheceu o seu mentor, Jonh Stevens Henslow, passando a frequentar os cursos ministrados por ele. Graças a Henslow, Darwing viajou o mundo com o navio Beagle.

HSM Beagle

No final do ano de 1831, Charles embarcou no HSM Beagle e fez pesquisas e coletou diversos materiais como fósseis de animais e plantas, principalmente na América do Sul, onde passou maior parte do tempo. 5 anos mais tarde, com diversos materiais de estudo, a viagem se encerrou.

Seleção Natural:

Com a imensa quantidade de materiais em mãos, Darwing passou a estudá-los e percebeu que as adaptações ao ambiente são processos diretamente ligados com o surgimento de novas espécies.  Espécies com características mais favoráveis à permanência no ambiente se reproduzem mais e tendem a, de forma gradual, adaptar-se construindo novas características ou então eliminando características desnecessárias.

A origem das espécies:

Com base em seus estudos Charles publicou seu livro, A Origem das Espécies, uma obra que, apesar da baixa aceitação da sociedade na época que julgava inviável a evolução do ser humano de outras espécies, mais tarde veio a conquistar notoriedade e definir um marco na ciência naturalista.

Charles fez descobertas que revolucionaram a forma como enxergamos a vida, tanto olhando para o passado como visando o futuro. “Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, e sim as mais suscetíveis a mudanças” tal afirmação serviu como marco para uma nova ciência.

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