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missão:

Oportunizar crescimento pessoal e profissional, por meio da educação para o mundo do trabalho, promover a atitude empreendedora e contribuir para o desenvolvimento humano sustentável.


missão:

Oportunizar crescimento pessoal e profissional, por meio da educação para o mundo do trabalho, promover a atitude empreendedora e contribuir para o desenvolvimento humano sustentável.


objetivos:

OS OBJETIVOS DA FTEC FACULDADES SÃO:

1) Formar e qualificar profissionais para o mundo do trabalho;

2) Promover a educação continuada, atendendo e orientando-se pelas demandas presentes e futuras da sociedade;

3) Qualificar permanentemente o corpo técnico-administrativo da Instituição;

4) Capacitar continuamente os docentes para uso de metodologias de ensino inovadoras, com foco no mundo do trabalho;

5) Aprimorar os processos de ensino e aprendizagem com foco no desenvolvimento de habilidades e competências cognitivas e comportamentais, que promovam o FAZER profissional.


histórico:

A história do Grupo Uniftec surgiu nos primeiros anos da década de 90, em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, com a fundação de uma escola de informática pelo Engenheiro, graduado pelo ITA, Claudio Meneguzzi Junior. O objetivo da escola era passar conhecimentos de informática para os jovens da região que assim poderiam trabalhar nas empresas, utilizando o computador. Esta escola cresceu e se tornou uma rede de ensino de informática, denominada DataBrasil, com unidades, na época, em mais de 10 cidades do Brasil. Alguns anos depois, com base no sucesso da rede de ensino de informática, foi lançada a Escola Técnica TecBrasil que promove o ensino técnico de nível médio nas áreas de informática, automação comercial, administração, publicidade, telecomunicações, indústria e design. Em pouco tempo, essa escola passou a contar com unidades próprias em Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Porto Alegre e Novo Hamburgo. No ano de 2002, a demanda por profissionais qualificados para atuar no mundo do trabalho era grande. Foi nesse cenário, que foi criada em Caxias do Sul a Faculdade de Tecnologia FTEC, com uma missão bem definida de atender às demandas por formação de profissionais de alta empregabilidade e capacidade empreendedora. A instituição foi credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) em 09 de dezembro de 2002. Dois anos mais tarde, surgiram as primeiras unidades de Bento Gonçalves e Porto Alegre, credenciadas também pelo MEC em 25 de janeiro de 2005. Em 2008, foi ampliada a área de atuação na educação profissional, por meio da incorporação das escolas de qualificação DataBrasil e das escolas Técnicas TECBRASIL, que passaram a se chamar FTEC Qualificação e Cursos Técnicos. Além disso, o grupo continuou atuando fortemente na graduação, pós-graduação e extensão. O ano de 2009 marcou a entrada das Faculdades FTEC no Vale do Rio dos Sinos, na cidade de Novo Hamburgo. Em 2012 foram inauguradas as segundas unidades em Porto Alegre e Bento Gonçalves, denominadas Unidades FTEC Engenharias. Neste mesmo ano a unidade matriz, Ftec Caxias do Sul, foi credenciada pelo MEC para oferta de cursos na modalidade EAD, tendo recentemente o reconhecimento do primeiro curso ofertado nesta modalidade, CST em Processos Gerenciais, com nota máxima pelo MEC. No ano de 2016, a unidade da FTEC de Caxias do Sul, recebeu autorização do Ministério da Educação para transformação acadêmica, sendo credenciada como Centro Universitário Uniftec, sendo o primeiro Centro Universitário da Serra Gaúcha. Recentemente o Grupo Uniftec incorporou a Faculdade IBGEN de Porto Alegre, reforçando a sua posição na capital gaúcha e trazendo para seu portfólio formações como Direito e Psicologia, além dos tradicionais cursos de especialização MBA do IBGEN, classificados pela revista Você S/A entre os melhores do Brasil. Passada quase três décadas, desde o início de suas atividades, o Grupo Uniftec se destaca em seus mercados de atuação pela qualidade das suas ofertas educacionais em todos os níveis e pela empregabilidade e capacidade empreendedora de seus egressos, fruto de uma metodologia inovadora voltada ao desenvolvimento de habilidades e competências alinhadas as exigências do novo mundo tecnológico do trabalho e a oferta de cursos inovadores e contemporâneos. A consolidação do Grupo Uniftec demonstra que sua proposta de ensinar para o “fazer” foi entendida e reconhecida pelo mercado. O Grupo agora está em processo de internacionalização, firmando parcerias com instituições públicas e privadas de países vizinhos do MERCOSUL, para ofertas educacionais conjuntas e para transferência de tecnologia educacional.


CPA:

Avaliação Institucional

A avaliação das instituições de educação superior, segundo a CONAES - Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior, tem caráter formativo e visa o aperfeiçoamento dos agentes da comunidade acadêmica e da instituição como um todo. Tal ocorre, em especial, quando conta com a participação efetiva de toda a comunidade interna e, ainda, com a contribuição de atores externos do entorno institucional. Nestes casos, a instituição constrói, aos poucos, uma cultura de avaliação que possibilita uma permanente atitude de tomada de consciência sobre sua missão e finalidades acadêmica e social.

A Avaliação Interna é um processo contínuo por meio do qual uma instituição constrói conhecimento sobre sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Para tanto, sistematiza informações, analisa coletivamente os significados de suas realizações, desvenda formas de organização, administração e ação, identifica pontos fracos, bem como pontos fortes e potencialidades, e estabelece estratégias de superação de problemas. A avaliação interna ou auto-avaliação é, portanto, um processo cíclico, criativo e renovador de análise, interpretação e síntese das dimensões que definem a Instituição.

A Comissão Própria de Avaliação (CPA), da Faculdade de Tecnologia TECBrasil, foi instituída com a atribuição de conduzir o processo de avaliação interna, através de um trabalho sistemático que atenda aos princípios de gestão integrada, desenvolvendo ações articuladas com os Coordenadores de Cursos, Órgãos de Apoio e Direção, garantindo dessa forma, o processo de construção participativa. Sua criação obedece o que está previsto no art. 11 da Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), regulamentada pela Portaria MEC 2.051, de 9 de julho de 2004, em seu artigo 7º.

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, fundamenta-se na necessidade de promover a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional, da sua efetividade acadêmica e social e, especialmente, do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais.


Núcleo de Apoio Psicopedagógico Institucional (NAPI):

A que se propõe?

Prestar orientação psicopedagógica aos alunos e ao corpo docente da ftec ? Faculdade de Tecnologia. Este núcleo desenvolve um serviço especializado que tem como objetivo intervir nas dificuldades de aprendizagem, na orientação didático-metodológica bem como na relação professor-aluno. O NAPI atende alunos e professores de maneira individual ou grupal que buscam resolver problemas referentes ao processo de ensino-aprendizagem.

Algumas atividades do NAPI:

Elaborar procedimentos para orientação de estudos (organização de tempo, disciplina e outros).

Desenvolver estratégias que visem a recuperação de conteúdos deficitários.

Realizar oficinas com vivências para desenvolver novas formas de aprender.

Auxiliar o corpo docente nas questões didático-pedagógicas.

Busque informações junto a Coordenação de Ensino de sua Unidade ftec.

O apoio psicopedagógico existe nas melhores faculdades.


PRINCÍPIOS E VALORES

Ética

Inovação

Empreendedorismo

Responsabilidade Socioambiental

Sustentabilidade


proposta pedagógica

princípios filosóficos

No mundo contemporâneo não existe mais espaço para alguns modelos mentais que nos acompanharam durante muito tempo. Precisamos “aprender a desenterrar nossas imagens internas de mundo, trazê-las à superfície e mantê-las sob rigorosa análise” (SENGE, 2009). Somente uma postura inquieta, atenta e reflexiva pode contribuir para o entendimento das necessidades do mundo, de forma especial do mundo do trabalho. A educação é a atividade humana que tem por finalidade instrumentalizar o homem para viver e conviver nesse contexto. Ela somente será válida e efetiva se a instrumentalização for adequada às demandas e acompanhada da humanização. A educação, de modo especial no Ensino Superior, precisa desenvolver competências e habilidades de modo a fazer com que o sujeito interaja com sucesso em meio a um mundo de informações e tecnologias. Dessa forma, a Ftec Faculdades reforça o seu compromisso para com a sociedade contemporânea ao promover cursos alinhados ao contexto socioeconômico mundial, os quais visam à formação de egressos capazes de interagir adequadamente nesse meio.

princípios metodológicos

O histórico e o perfil das Faculdades FTEC demonstram que, desde seu surgimento, a instituição esteve sempre voltada para o ensino prático e à formação de profissionais aptos para o mercado de trabalho. Isso significa dizer que a preocupação em ensinar a FAZER sempre esteve presente no DNA da instituição. As aulas desenvolvidas na FTEC seguem um padrão metodológico que envolve três FAZERES importantes e necessários para que a aprendizagem efetivamente aconteça. São eles: - CONTEXTUALIZAÇÃO - APLICAÇÃO - TEORIZAÇÃO A metodologia do FAZER ganha vida na sala de aula e por meio dos diferentes projetos realizados nas disciplinas, os quais colocam o acadêmico em contato com o mundo do trabalho e com a realidade profissional. A infraestrutura da faculdade, com seus laboratórios, ambientes e experimentos, contribui significativamente para a vivência de atividades práticas ao longo da formação do educando.

organização curricular

As competências, habilidades e as bases tecnológicas constituem os saberes a serem desenvolvidos pelos alunos, ou seja, o currículo. Um currículo que visa à superação da estrutura fragmentária e do pensamento dicotômico, em busca de relações mais significativas, de aprendizagens genuínas e um pensar articulado e contextualizado (SANTOS; SOMMERMAN, 2009). Nesse sentido, a interdisciplinaridade torna-se imprescindível, viabilizando a contextualização e inter-relação das partes, fatos e fenômenos isolados. O foco está na investigação dos processos de mediação em conexão com os processos cognitivos (aprendizagem). O currículo organiza-se de modo a dar conta da formação de um profissional conforme os perfis de egresso FTEC e do próprio curso. São consideradas competências profissionais necessárias ao profissional do séc. XXI (DeAquino, 2007): - identificar, organizar, planejar e alocar recursos; - capacidade de trabalhar bem com outras pessoas; - coletar e utilizar toda informação que seja necessária para o desempenho profissional; - trabalhar de modo eficaz e eficiente com uma ampla variedade de tecnologias. As qualidades intelectuais e pessoais a serem desenvolvidas em um ambiente adequado, ou seja, com fundação sólida (DeAquino, 2007): - Habilidades Básicas: ler bem, escrever corretamente, saber ouvir, ser capaz de se comunicar de modo eficaz e eficiente. - Habilidades de Pensamento: ter pensamento crítico, ser capaz de tomar as melhores decisões, aprender a aprender e a usar o conhecimento assimilado e as habilidades desenvolvidas para ter atitudes diferenciadas no campo profissional, ou seja, ser capaz de analisar, sintetizar e avaliar a complexidade. - Qualidades Pessoais: senso de responsabilidade, autoestima, sociabilidade, integridade e a honestidade. Além disso, considera-se o perfil do egresso de cada um dos nossos cursos de modo a garantir a formação adequada do profissional.

-- iniciativas inovadors --

politécnica

Uma das grandes dificuldades para a oferta dos cursos de Engenharia são as limitações dos alunos de ensino básico nos conhecimentos específicos, como por exemplo, a Matemática. Pensando nisso, o Grupo Ftec criou a Ftec Politécnica Virtual. Com sede administrativa no Rio de Janeiro, a Politécnica consiste em um portal com aulas de reforço online na área das Ciências, Matemáticas e de todas as disciplinas básicas que compõem o currículo dos cursos de Engenharia. Essas vídeoaulas, transmitidas em ambiente virtual, são ministradas por professores de grande relevância em âmbito nacional, proporcionando ao aluno, além do conhecimento de sala de aula, reforçar seu aprendizado com a Ftec Politécnica Virtual.

academy

Educação inovadora, com foco na imersão tecnológica e na complementação de estudos escolares, como diferencial para o sucesso pessoal e profissional. É com essa proposta, que a Ftec Academy oferece qualificação livre nas áreas administrativa, informática, e profissionalizante. No início de 2013, trouxe os cursos de qualificação voltados à plataforma Apple, sendo pioneira no ensino em ambiente MAC no Estado.

proenge

Para levar as bases da engenharia a todas as faculdades do Brasil o Grupo Ftec Faculdades lança um projeto pioneiro com foco no desenvolvimento e reforço dos alunos dos cursos de engenharia através da plataforma ProEnge. O PROENGE contempla as disciplinas que compõe a Base Científica comum a todas as habilitações das Engenharias, onde geralmente os alunos têm maior dificuldade (Cálculo, Física, Química, Termodinâmica, etc.).

Porque a Ftec?

São cursos superiores com duração de dois à três anos. Oferecem diploma de graduação e permitem a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação (lato sensu ou stricto sensu). O tecnólogo tem formação profissional voltada para uma área bastante específica. Integrando teoria e aplicação prática, esse profissional desenvolve determinadas habilidades e competências para se inserir rapidamente no mercado de trabalho, em sua área de interesse profissional ou para se atualizar. São cursos focados em uma área profissional.

Existem duas diferenças básicas. A primeira está ligada ao tempo. Os cursos superiores de tecnologia duram, em média, três anos e os bacharelados, em média, cinco anos. A outra diferença é o foco do curso. Justamente por serem mais curtos, os cursos superiores de tecnologia dão uma formação mais específica (concentra-se em algumas matérias ligadas à área de atuação)e priorizam a formação para o mercado de trabalho. Os bacharelados são mais generalistas. Mas tanto os cursos superiores de tecnologia quanto os bacharelados são cursos de graduação e, portanto, permitem a realização de uma pós-graduação depois de sua conclusão.

Uma das principais diferenças é o diploma. Apesar de ser um curso superior, o Seqüencial não dá diploma de graduação e, portanto, não permite que o aluno faça, depois, uma pós-graduação. Já os cursos superiores de tecnologia são, como seu próprio nome indica, cursos de graduação e permitem, então, a realização de uma pós-graduação lato sensu ou strictu sensu. A segunda diferença é que, como normalmente os seqüenciais são ainda mais curtos que os tecnólogos, eles dão uma formação muito particularizada em relação a uma área.

Sim, os cursos da FTEC Faculdades foram analisados e autorizados pelo MEC. Assim como acontece com os cursos de bacharelado, eles passarão pelo processo de reconhecimento de acordo com o previsto em lei. Na questão de número 12 você verá quais os números das portarias que autorizaram o Cursos Superiores de Tecnologia da FTEC.

Sim. Hoje a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) permite o aproveitamento de conhecimentos adquiridos de um curso para o outro e vice-versa, pois, como dissemos ambos são cursos de graduação de nível superior.

Os cursos superiores de tecnologia são mais curtos do que o bacharelado e, portanto, você poderá estar com o seu diploma de graduação de forma mais rápida. As mensalidades também têm valores inferiores aos dos bacharelados. Isso significa economia de tempo e dinheiro, com possibilidade de entrada mais rápida no mercado de trabalho ou na área que você deseja trabalhar. Além disso, os cursos são focados em áreas específicas, aquelas que você já tem certeza que quer atuar, ou seja, profissionalizam mesmo.

Sim, contudo, o trancamento só poderá ser feito durante um certo tempo.

Sim, conforme dissemos anteriormente é possível, desde que haja vagas no bacharelado e passe por análise curricular. É possível, nesses casos, o aproveitamento de estudos de conhecimentos já adquiridos.

Sim, desde que haja vagas nos cursos superiores de tecnologia e passe por análise curricular. É possível, nesses casos, o aproveitamento de estudos e conhecimentos já adquiridos.

Sim. Em algumas áreas, como Informática, os cursos superiores de tecnologia (conhecidos como tecnólogos) já existem há bastante tempo e são reconhecidos e até preferidos pelo mercado de trabalho.

Ao concluir os Cursos da FTEC, você receberá a titulação de tecnólogo na área que escolheu o seu curso.

Tecnólogo é um profissional de nível superior especializado em uma das 20 áreas de tecnologia reconhecidas pelo MEC. A informática, a gestão e o comércio, onde estão os cursos da FTEC, são algumas destas áreas.

Sob o ponto de vista legal, não há qualquer diferença, ou seja, um tecnólogo goza dos mesmos direitos de um bacharel, seja lá a que área formativa ele pertencer. Porém, do ponto de vista formativo, podemos comparar estes dois graduados com duas piscinas. O bacharel a nível de conhecimento, se parece com uma piscina olímpica: comprida porém rasa, enquanto o tecnólogo pode ser comparado a uma caixa de saltos: curta porém profunda. Através desta analogia percebemos que, em um curso de bacharelado, o graduado sai com uma formação generalista e extensa de toda a área de conhecimento científico a qual foi submetido, como por exemplo: ciências da computação, administração em sistemas de informações, etc. Já o tecnólogo é submetido a um processo formativo bem mais objetivo, focado completamente na aplicação profissional do conhecimento aplicado a uma área profissional. Podemos citar como exemplos de cursos de educação tecnológica: desenvolvimento de sistemas de informação, redes, administração de dados, entre outros. Como vê, são cursos mais direcionados a um fim específico.

A diferença entre esses dois graduados é bem mais nítida que entre o tecnólogo e o bacharel. Como a própria nomenclatura diz, os cursos de licenciatura formam os educadores nas diversas áreas de conhecimento científico, entre elas, a área de informática. Através de um curso de licenciatura em informática, por exemplo, você se habilita a lecionar em cursos técnicos. Com uma especialização, você também se habilita a lecionar em cursos de graduação como as da FTEC ou de outras faculdades.

Sim. Um tecnólogo é um profissional de nível superior como outro qualquer e, assim como os bacharéis e licenciados, poderá cursar qualquer pós-graduação lato ou strito sensu.

Na prática, se você conclui um curso de tecnologia em desenvolvimento de sistemas de informação, por exemplo, não há necessidade de fazer uma especialização nesta sub-área, o que não o exime de experimentar especializações em outras sub-áreas como banco de dados, computação gráfica, web design, etc. Como tecnólogo você tem livre acesso a estes cursos.

Não há como responder esta pergunta sem saber qual o seu objetivo de vida profissional. Se você deseja estudar para obter conhecimento pelo conhecimento, objetivando, sobretudo a pesquisa científica, o curso ideal para você é o bacharelado. Mas se você deseja obter, além de uma certificação de nível superior, uma formação totalmente dirigida ao mercado de trabalho, então o curso ideal para você é o de tecnologia: resta saber em qual sub-área. Quanto à licenciatura, depende do quanto você deseja ser um educador na área do conhecimento escolhida.

Sim, tanto quanto o bacharel e o licenciado.

A Educação Profissional foi regulamentada pelo Decreto 2.208/97 e pode ser encontrada, na íntegra, no site do MEC: http://www.mec.gov.br

Neste curso, assim como os demais tecnológicos da área da informática, oferecidos pela FTEC, você pode se formar em apenas dois anos e meio.

Neste curso, assim como os outros tecnológicos oferecidos pela FTEC, que são da área de gestão ou comércio, você pode se formar em apenas dois anos.

O ingresso pode ser através dos Vestibulares, Transferência, Ingresso de Diplomados, ou através da utilização da nota do ENEM.

Como já dissemos, o curso tecnológico forma especialistas, orientados ao mercado de trabalho, já os bacharelados formam generalistas, sem uma preocupação inicial com o mercado de trabalho. Além disso, dados levantados em pesquisa realizada pelo Governo do Estado de São Paulo (fonte: Portal Aprendiz), no ano passado, mostram que cerca de 89% dos estudantes que se formam em faculdades de tecnologia daquele estado, estão bem empregados. Portanto, isso confirma que, para quem quer buscar logo uma oportunidade no mercado de trabalho, o melhor caminho é buscar uma graduação tecnológica em uma faculdade de tecnologia como a FTEC.




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